O primeiro capítulo do livro "A Book That Takes Its Time: An Unhurried Adventure in Creative Mindfulness" resume basicamente toda a ideia do livro, que é a de que precisamos de tempo livre, tempo para não fazer nada ou para fazer coisas que esvaziem um pouco o turbilhão de coisas na nossa cabeça. Esse livro foi meu grande companheiro no último ano, fui lendo bem devagar, pois ele é daqueles livros que dá dó de terminar, repleto de ilustrações bonitas, páginas bem diagramadas, textos profundos que exigem um tempo de reflexão e ainda para melhorar com uma série de atividades pensadas exclusivamente para aliviar a ansiedade e nos fazer desacelerar.
Falando em ansiedade, há pouco tempo descobri o termo FOMO (Fear Of Missing Out, numa tradução livre: medo de estar perdendo algo), esse é mais um dos tantos transtornos modernos que a mundo digital nos "presenteou" e está ligado à ansiedade criada pelo excesso de informação. Quanto mais conectados estamos, mais acesso à informação nós temos, o que por um lado é ótimo, mas que por outro lado pode se tornar um problema. Sabe quando não estamos fazendo nada e acessamos o Instagram e vemos que as pessoas estão num show muito legal, se formando do mestrado, andando à cavalo, tomando banho numa banheira, na arquibancada de um jogo, tomando vinho em frente a lareira, na estréia de um filme, nadando num mar cristalino, num restaurante descolado, enfim fazendo algo interessante e aí bate uma sensação de que estamos perdendo tempo por não estarmos fazendo nada? Você já sentiu isso? Então saiba que isso tem nome: FOMO.
"A grama do vizinho é sempre mais verde", já diziam nossos avós, não é mesmo?! Comparar nossa vida com a de outras pessoas não é novidade, mas com a chegada das redes sociais a gente não só compara a grama, como a casa, a decoração, o closet, o café da manhã e tudo mais que somos expostos num simples scrol nas redes sociais. E mesmo sabendo que não devemos nos comparar, é de certa forma inevitável ao ser humano. E se você consegue acompanhar a vida dos seus amigos (ou de famosos que você admira) e em nenhum momento comparar a sua vida com a deles, meus parabéns, já pode se considerar um ser humano mais evoluído nesse sentido!
As pessoas - em sua grande maioria - compartilham o lado "belo e feliz" de suas vidas, o que não julgo errado, afinal cada um expõe o que quer! Eu mesma uso meu Instagram como um álbum de fotos e recordações dos meus melhores momentos. Da mesma forma que seleciono as melhores fotos e recordações, para revelar e guardar no meu álbum de fotos "real", seleciono as que vou postar no meu álbum digital. E mesmo sabendo que grande parte do que é exposto nas redes sociais é apenas uma fração da vida de cada um, muitas vezes nos pegamos sentindo aquele sensação chata de que nossa vida não é tão legal quanto a dos outros.
O que podemos fazer para nos desvencilhar dessa encruzilhada mental? Como diminuir essa ansiedade? Não tenho a solução e vivo me policiando para evitar esses tipo de pensamentos e comparações, mas posso compartilhar um pouco do que me ajuda a desacelerar:
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3 de nov. de 2019
16 de abr. de 2017
O meu tipo de HQ: "Jane, a raposa e eu" 💛
"Jane, a raposa e eu", é uma HK com ilustrações delicadas, mas com um tema não denso: bullying. A história se passa no Canadá e conta o dia a dia de uma Hèlene, uma garota que foi excluída do seu grupo de amigas da escola e que passou a lidar com insultos de diversas maneiras. Durante essa conturbada fase Hèlene arranja refúgio na leitura do livro "Jane Eyre", de Charlotte Brontë, que conta a história de uma menina órfã que passa por muitas injustiças, mas que supera boa parte delas e consegue mudar o rumo da sua vida.
A escola de Hèlene promove um acampamento e só de pensar em passar uma semana longe de casa, e ainda por cima sem amigos, faz a garotinha tremer, porém é nesse acampamento que duas coisas farão com que ela volte a sorrir.
10 de mar. de 2014
Uma parede, muitas ideias e indecisões
Estou pensando no que fazer numa das paredes do meu quarto, a que fica atrás da minha cama, e por isso estou pesquisando em vários blogs e sites de decoração coisas que me inspirem. Decidi dividir aqui com vocês algumas ideias bacanas que tenho encontrado. Quem sabe alguém não esteja na mesma situação que eu ou então não decida dar uma renovada no ambiente!
Primeiro pensei em substituir o abajur do lado da cama por pendentes, esses são bem bonitos:
Outra coisa bacana que vi por aí foram umas pinturas geométricas na parede, olhem só:
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