As dicas sobre Amsterdam não param e hoje vamos indicar 3 lugares muito incríveis e com bom custo benefício para tomar café da manhã por lá.
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30 de mar. de 2018
26 de mar. de 2018
Um novo café na Liberdade | SP
Costumo muito ir na Liberdade, em São Paulo, com dois focos:
1. Comprar cosméticos para o cabelo;
2. Comer!
E quando o quesito é comida adoro conhecer novos lugares e ultimamente tenho notado que muita coisa nova e bacana está chegando na Liberdade, um bairro que sempre foi repleto de opções gastrotômicas, em sua grande parte de comida oriental tradicional, está recebendo novos lugares ainda com o mesmo foco oriental ~para nossa alegria, diga-se de passagem~ porém mais moderninhos, e hoje a dica é de um novo café que abriu por lá, o 89ºC COFFEE STATION.
15 de jan. de 2018
Dica Gastronômica: Santiago Padaria Artesanal
Se tem algo que aprecio é me proporcionar um café da manhã caprichado nos finais de semana, já que durante a semana o pãozinho com café acaba sendo no meio de uma correria entre me arrumar para o trabalho e levar a filha na escola.
Muitas vezes esse café da manhã caprichado é em casa mesmo, com uma mesa bem recheada com panquecas, frios, queijos, geleias e ovos mexidos, mas uma vez ou outra nós vamos tomar café da manhã na padaria. E a dica de hoje é sobre uma padaria em específico que ganhou o meu coração e o do pessoal lá de casa, a Santiago Padaria Artesanal!
11 de set. de 2016
Pausa para um chá - Duetto's Café e Bistrô
Aqui vai mais uma dica para quem quer fazer um programinha diferente no Rio de Janeiro. O
Duetto's Café e Bistrô, fica em Petrópolis, mas precisamente no jardim do Museu Imperial, ou seja, dois lugares legais para visitar numa tacada só. Não sei vocês, mas eu amo a combinação de passeio no museu + pausa para um chá ou café no mesmo local <3
O local é uma graça e emana tranquilidade, do jeitinho que eu gosto.
A pedida do dia foi croque monsieur, chá gelado (ideal para enfrentar o calorão o Rio) e para finalizar uma deliciosa fatia de bolo de chocolate (amarguinho do jeito que eu gosto).
O Museu Imperial fica na Rua da Imperatriz, nº 220, Centro – Petrópolis, cidade serrana do Rio de Janeiro, localizada a 70km da capital do estado.

Duetto's Café e Bistrô, fica em Petrópolis, mas precisamente no jardim do Museu Imperial, ou seja, dois lugares legais para visitar numa tacada só. Não sei vocês, mas eu amo a combinação de passeio no museu + pausa para um chá ou café no mesmo local <3
O local é uma graça e emana tranquilidade, do jeitinho que eu gosto.
A pedida do dia foi croque monsieur, chá gelado (ideal para enfrentar o calorão o Rio) e para finalizar uma deliciosa fatia de bolo de chocolate (amarguinho do jeito que eu gosto).
O Museu Imperial fica na Rua da Imperatriz, nº 220, Centro – Petrópolis, cidade serrana do Rio de Janeiro, localizada a 70km da capital do estado.

1 de ago. de 2016
África do Sul: 4 rotas começando por CapeTown
Quando penso no que representou minha viagem à África do Sul
a palavra que vêm à minha mente é
Gênesis. Digo isto inspirada pela essência desta jornada de apenas oito dias
que definitivamente mudou minha vida. É em Gênesis que o mundo começa e ganha forma,
foi num livro com este nome que Sebastião Salgado explorou os lugares de
nascimento do mundo, quase que intocados pelo homem. No sul da África, eu
encontrei o nascer do sol mais bonito, animais livres, histórias de liberdade e
um acolhimento sem tamanho. Por vezes, a África me deixa sem palavras para
falar dela, para falar o que causou em mim, para falar de nós.
Comigo, você viajarão por
três cidades da África do sul em quatro posts distintos. Bora?
Cidade do Cabo
Sim, é aqui o famoso
cabo da Boa Esperança! Mas, como este roteiro é óbvio, vou contar pra vocês
outros lugares pelos quais passei, amei e ainda agora estou entorpecida.
1 – A Cidade da Natureza
CapeTown é uma cidade
que agrada todos os gostos, isto porque ela simplesmente não para e tem
atrações voltadas para todas as idades. Muitos são os roteiros que podemos
encontrar por lá e, obviamente, com o repertório natural que possui, a natureza
é uma excelente pedida.
A)
O Topo da Table Mountain
A famosa montanha da mesa rodeia a cidade, assim como a
cabeça do leão, e pode ser vista de qualquer ponto de Cape Town. Todos os guias
de viagem e todas as pessoas com as quais falei sempre me rezavam o seguinte
rosário “Não deixe de subir na Table!” . E se tem um conselho que darei a vocês
pela vida toda, além de usarem filtro solar, é fazer este passeio.
Não consigo descrever a boniteza que é olhar a cidade do
Cabo deste ângulo, nas montanhas, sentindo uma paz sem medida. Vocês podem
escolher chegar ao topo por uma caminhada esperta ou através do teleférico que
custa R 240, aproximadamente R$60. Definitivamente, um passeio imperdível.
13 de jul. de 2016
Festival do Queijo Canastra em Minas Gerais
Eu descobri o festival apenas quando cheguei na região, que sorte a minha! Apesar de ter pesquisado muita coisa antes de ir, em nenhum lugar eu havia lido sobre esse tal festival, que por sinal parece não ter sido muito divulgado por aí e vale à visita caso você seja um apreciador dos deliciosos queijos da Canastra, como eu :D
![]() |
Prato servido na Estância Macaúbas |
9 de jun. de 2016
Jantar de dia dos namorados na vinícola Casa Valduga, muito glamour e romantismo
Se você é do Sul, gosta de vinho, curte uma boa gastronomia e ainda não sabe o que fazer no dia dos namorados aqui vai a dica! A Vinícola Casa Valduga oferece cardápios românticos e harmonizados para casais comemorarem no dia 12 de junho.
Para quem não conhece a a Casa Valduga, ela fica Localizada no Vale dos Vinhedos, em Bento Gonçalves (RS) e foi uma das primeiras vinícolas brasileiras a dominar e desenvolver o método tradicional (champenoise) para elaborar espumantes. Coisa fina!
A primeira opção de jantar é um jantar harmonizado com direito a apresentação especial de um dueto ao vivo de violão e piano, o menu inicia com um trio de ceviche harmonizado com espumante RSV Blush Rosé. Em seguida, será servido o antepasto elaborado com galeto primo canto desfiado com legumes da horta particular do restaurante, finalizado com chá grosso de capim cidreira e alho poró crocante, o prato é harmonizado com vinho Terroir Raízes Sauvignon Blanc. Essa opção de jantar apresenta dois pratos principais que incluem coração de espinafre e ricota ao confit de tomate que harmoniza com o vinho tinto Identidade Pinot Noir. O segundo prato é um filet mignon com cogumelos trufados em crosta de pão de cereais e harmonizado com o renomado Villa Lobos Cabernet Sauvignon. O jantar será finalizado com o mil-folhas de chocolate, frutas vermelhas e creme, servido com Licoroso Tinto 1875. Essa opção de jantar harmonizado, custa R$250 por pessoa ou R$160 sem harmonização (bebidas serão cobradas à parte).
7 de mar. de 2016
Páscoa: Chocolates feitos por mulheres empreendedoras
A Páscoa está chegando e com ela o desespero de escolher um ovo delícia que não precise de financiamento no banco ou um bom parcelamento no cartão. O que a gente tem mesmo que dividir nesta data são bons momentos e dicas preciosas.
Este ano, pensamos em algo diferente. Em primeiro lugar, a gente gosta de dar umas diquinhas alternativas para vocês, né? E depois porque gostamos de compartilhar aquilo em que acreditamos. Por isso, a Páscoa Doroty de 2016 escolheu acolher em sabor e admiração a empreitada de mulheres empreendedoras e seus chocolates.
Nosso objetivo é o de oferecer um sabor diferenciado, aquele que vem repleto de sonho, determinação, carinho e muito coração na panela. Por obra do destino ou por feitiço de chocolate, nossas escolhas foram direcionadas para Elas.
Este ano, pensamos em algo diferente. Em primeiro lugar, a gente gosta de dar umas diquinhas alternativas para vocês, né? E depois porque gostamos de compartilhar aquilo em que acreditamos. Por isso, a Páscoa Doroty de 2016 escolheu acolher em sabor e admiração a empreitada de mulheres empreendedoras e seus chocolates.
Nosso objetivo é o de oferecer um sabor diferenciado, aquele que vem repleto de sonho, determinação, carinho e muito coração na panela. Por obra do destino ou por feitiço de chocolate, nossas escolhas foram direcionadas para Elas.
21 de fev. de 2016
Belém: Gente, que lindeza!
Belém chegou pra mim foi nos sabores e com uma tia incrível que nasceu por lá. Conhecia a cidade era pelo gosto do Pato no Tucupi, pela deliciosa Maniçoba, pelo creme de cupuaçu. Mas Ela me ganhou mesmo no paladar com cor de Açaí. Foi no Evento do Paladar Estadão que conheci Nazareno e seu mágico Açaí. E foi ali que fiz a promessa de ir ao Pará.
Aí vocês sabem, né? Quando fazemos 30 anos e temos amigas incríveis, elas te presenteiam com viagens. Escolhi ir para Belém, descobrir uma parte do Pará. E que coisa linda que foi, que energia, que Amor, que beleza de gente e cidade. Voltei apaixonada e cheia de sabor pra contar pra vocês!
1- Sabores do Pará
Não poderia escolher melhor início para este post do que o sabor, né? Então, abaixo, uma lista de onde comer com paixão em Belém:
A- Estação das Docas
Delícia de lugar. Espaço construído no lugar de antigas docas. Lá podemos encontrar lojas, passeios de barco, mas o mais legal é o ponto de encontro e pólo gastronômico que ser tornou. Amei o lugar, a vibe dele, as delícias a serem provadas. Perfeito para curtir um barzinho, um bom almoço ou um relax.
* Lá em casa
O Lá em casa é um restaurante self-service. Se você não está acostumado com os sabores e temperos paraenses, minha recomendação é o restô. Além de um mix da gastronomia local, você pode pagar um preço fechado e comer à vontade.
Aí vocês sabem, né? Quando fazemos 30 anos e temos amigas incríveis, elas te presenteiam com viagens. Escolhi ir para Belém, descobrir uma parte do Pará. E que coisa linda que foi, que energia, que Amor, que beleza de gente e cidade. Voltei apaixonada e cheia de sabor pra contar pra vocês!
1- Sabores do Pará
Não poderia escolher melhor início para este post do que o sabor, né? Então, abaixo, uma lista de onde comer com paixão em Belém:
A- Estação das Docas
Delícia de lugar. Espaço construído no lugar de antigas docas. Lá podemos encontrar lojas, passeios de barco, mas o mais legal é o ponto de encontro e pólo gastronômico que ser tornou. Amei o lugar, a vibe dele, as delícias a serem provadas. Perfeito para curtir um barzinho, um bom almoço ou um relax.
* Lá em casa
O Lá em casa é um restaurante self-service. Se você não está acostumado com os sabores e temperos paraenses, minha recomendação é o restô. Além de um mix da gastronomia local, você pode pagar um preço fechado e comer à vontade.
28 de set. de 2015
9o. Paladar Cozinha do Brasil: Você tem fome de quê?
Nos dias 26 e 27 de Setembro, rolou a 9a. Edição do Paladar Cozinha do Brasil, evento criado pelo jornal O Estado de S. Paulo que reune palestras, workshops, degustações e mercado. O assunto principal? Comida! Mas não qualquer tipo de comida. Aqui se fala de Comida de verdade, com letra maiúscula, com respeito, com origem. E isso me encantou por demais.
O Blog foi convidado e nossos corações se encheram de Amor. Primeiro, porque é uma super honra ser lembrado para participar de um evento presença destes e depois porque falamos a mesma língua, nosso paladar degusta da mesma filosofia. Tive o prazer incrível de participar do primeiro dia, de me nutrir de uma palestra linda e verdadeira de Sophie Deram, de participar de um workshop incrível da Nespresso, de conhecer e conversar com cada produtor e de matar as saudades do tempero do querido Rodrigo Oliveira, do Mocotó.
Eu gostaria que este post fosse um diário de um dia incrível, um livro de receitas de tudo que provei e amei, das minhas descobertas. Vamos começar?
1 - Comida não é só Alimento: A palestra incrível de Sophie Deram e Carlos Monteiro
Quando recebi o convite do pessoal do Paladar para participar desta palestra, eu não tinha a dimensão do quanto eu sairia nutrida de informação e de inspiração. O Carlos é um cientista que organizou o Guia Alimentar para a população brasileira, o qual foi reverenciado como melhor guia de alimentação do mundo. E a Sophie é uma nutricionista brasileira e francesa que tem um trabalho incrível para que o mundo e cada pessoa que o habite faça as pazes com a comida. Isso Mesmo!
Pense num bate-papo rico com estes dois expoentes que lutam pela comida de verdade e pela mudança dos hábitos alimentares da população brasileira. Sophie escreveu um livro sensacional chamado O Peso da dieta. Nele se trata da importância de abdicarmos das dietas restritivas, propondo o fim da medicalização alimentar. O que me encantou foi quando ela disse que comemos não só com a boca, mas com os sentimentos. Comida deve ser conforto, deve ser prazer e não devemos abdicar da felicidade que é comer. Pense em quantas refeições fazemos ao dia, na nossa vida. Pense na diferença entre comer um bolo de chocolate com prazer ou abocanhar o mesmo com culpa. Aumentar os alimentos saudáveis em detrimento dos industrializados que consumimos. Comermos com variedade, sem dar uma importância monstruosa às novas descobertas milagrosas. A vida não é feita só de Chia.
Eu me apaixonei pela luta de Sophie e quero muito ler seu livro. Como disse uma vez a Ailin Aleixo, "Comer é um ato político". Sim, devemos nos colocar no mundo comendo melhor, exigindo produtos de qualidade, voltar a fazer nossa própria comida, respeitar os ingredientes que a natureza nos dá, valorizar o trabalho dos produtores e muito mais que isso: Comer com Amor, nos permitindo sentir prazer. Ninguém está dizendo "Se joga no chocolate e no Refri", não. A proposta é a de experimentar respeitando o seu prazer e também seu corpo.
Agora me digam se é ou não inspirador? Obrigada, Sophie. =)
E para saber um pouco mais sobre o Guia Alimentar Para a População Brasileira, clique aqui.
2- A Aula Degustação da Nespresso
Chamou pra tomar um cafézinho, ganhou meu coração. A Nespresso nos convidou para uma aula/ degustação sobre cafés brasileiros e sua harmonização com produtos tipicamente mineiros. Além de conhecermos a História do Café, pudemos aprender como degustar, reconhecer uma boa crema, apurar o olfato para as notas presentes na bebida e descobrir que já foi desenvolvida uma taça para degustação da bebida. Legal, né?
O Blog foi convidado e nossos corações se encheram de Amor. Primeiro, porque é uma super honra ser lembrado para participar de um evento presença destes e depois porque falamos a mesma língua, nosso paladar degusta da mesma filosofia. Tive o prazer incrível de participar do primeiro dia, de me nutrir de uma palestra linda e verdadeira de Sophie Deram, de participar de um workshop incrível da Nespresso, de conhecer e conversar com cada produtor e de matar as saudades do tempero do querido Rodrigo Oliveira, do Mocotó.
Eu gostaria que este post fosse um diário de um dia incrível, um livro de receitas de tudo que provei e amei, das minhas descobertas. Vamos começar?
1 - Comida não é só Alimento: A palestra incrível de Sophie Deram e Carlos Monteiro
Quando recebi o convite do pessoal do Paladar para participar desta palestra, eu não tinha a dimensão do quanto eu sairia nutrida de informação e de inspiração. O Carlos é um cientista que organizou o Guia Alimentar para a população brasileira, o qual foi reverenciado como melhor guia de alimentação do mundo. E a Sophie é uma nutricionista brasileira e francesa que tem um trabalho incrível para que o mundo e cada pessoa que o habite faça as pazes com a comida. Isso Mesmo!
Pense num bate-papo rico com estes dois expoentes que lutam pela comida de verdade e pela mudança dos hábitos alimentares da população brasileira. Sophie escreveu um livro sensacional chamado O Peso da dieta. Nele se trata da importância de abdicarmos das dietas restritivas, propondo o fim da medicalização alimentar. O que me encantou foi quando ela disse que comemos não só com a boca, mas com os sentimentos. Comida deve ser conforto, deve ser prazer e não devemos abdicar da felicidade que é comer. Pense em quantas refeições fazemos ao dia, na nossa vida. Pense na diferença entre comer um bolo de chocolate com prazer ou abocanhar o mesmo com culpa. Aumentar os alimentos saudáveis em detrimento dos industrializados que consumimos. Comermos com variedade, sem dar uma importância monstruosa às novas descobertas milagrosas. A vida não é feita só de Chia.
Eu me apaixonei pela luta de Sophie e quero muito ler seu livro. Como disse uma vez a Ailin Aleixo, "Comer é um ato político". Sim, devemos nos colocar no mundo comendo melhor, exigindo produtos de qualidade, voltar a fazer nossa própria comida, respeitar os ingredientes que a natureza nos dá, valorizar o trabalho dos produtores e muito mais que isso: Comer com Amor, nos permitindo sentir prazer. Ninguém está dizendo "Se joga no chocolate e no Refri", não. A proposta é a de experimentar respeitando o seu prazer e também seu corpo.
Agora me digam se é ou não inspirador? Obrigada, Sophie. =)
E para saber um pouco mais sobre o Guia Alimentar Para a População Brasileira, clique aqui.
2- A Aula Degustação da Nespresso
Chamou pra tomar um cafézinho, ganhou meu coração. A Nespresso nos convidou para uma aula/ degustação sobre cafés brasileiros e sua harmonização com produtos tipicamente mineiros. Além de conhecermos a História do Café, pudemos aprender como degustar, reconhecer uma boa crema, apurar o olfato para as notas presentes na bebida e descobrir que já foi desenvolvida uma taça para degustação da bebida. Legal, né?
10 de set. de 2015
Viena: Eu Magdas!
Aprendi que em alemão MAGDAS significa "eu gosto". Pensando nisso, eu selecionei todas as coisas Magdas que fizeram desta minha passagem por lá um momento único. Viena é a terra de grandes compositores, da música clássica, do conto de fadas. Tudo muuuuuito arrumadinho e perfeito. E é por esta rota de livro infantil dos sonhos que eu quero que todo mundo embarque. Vamos nessa?
1 - Eu Magdas Comer em Viena!
Pra quem curte a gastronomia alemã, Viena é um prato cheio. Do salgado ao doce, diquinhas deliciosas para alimentar a alma na cidade:
A) Kleines Kaffee
Sim, de novo! Lá fui eu seguir os passos de Jesse e Céline. Aqui, em Before Sunrise, a cigana leu a sorte de Céline. e foi no Kleines que eu fiz minha primeira refeição em Viena e bebi minha primeira cerveja. Pratos rápidos, café, sobremesa. Ele fica na Praça de São Francisco que é muito charmosinha. =)
B) Wiener Schnitzel do Gasthaus zum Reinthaler
Bife à milanesa? Quase! Este é o prato mais típico da Áustria. Um bifinho de vitela empanado e depois frito na manteiga ou banha animal. E acompanhado de batatas. Perfeito, delicioso, sequinho. Morri de amores. E esta é a versão kids! Sim, eles são enormes. =)
C) Baladinha no Alt Wien Kaffee
Este é um dos barzinhos mais alternativos de Viena. Delicioso, repleto de posteres de bandas e festivais. Tinha até banda brasileira. Um chopp bem tirado, uma música boa, dias de poesia e sarais.Tem que ir porque é sensacional.
D) A salsicha com pão do Bitizinger
Um quiosquinho básico, mas que tem uma das melhores salsichas de Viena. Morri de amor, não só pelo preço delícia, mas também pelo sabor preciso. E acompanha pãozinho e cobertura de parmesão, se quiser. Bem fácil de achar. É o quiosque com um coelho enorme em cima. Ele fica em frente ao museu Albertina.
E) A Verdadeira torta Sacher do hotel... Sacher
Não é lá a melhor torta do mundo. Pra mim ela ainda tem a massa muito seca. Mas, receita é receita e tradição é tradição. De todas que provei, a original do Hotel Sacher é a melhor. Além do lugar ser lindo, ele também é beeeeem abarrotado de turistas. Mas vale esperar, viu? e quem vai à viena, conhece o Sacher. =)
F) Um café do Café Mozart.
Outro café divo! E assim, tem que tomar um cafézinho neste lugar lindo, se quiser, peça a torta sacher deles para experimentar também.
G) Um almocinho light com direito à apfelstrudel do TIAN Bistrô
Chega um momento em que o corpo pede uma leveza de alimentos. E eu tive a sorte de conhecer a cozinha leve do TIAN Bistrô, com inspiração vegana, ele serve pratos gostosos, pizzas de massa fininha e uma deliciosa apfelstrudel. Sabe aquele dia de detox com sabor gostoso? Minha dica é este lugar.
H) O maravilhoso Naschmarket
Eu amo Mercadão e feira de rua. Por isso, o NaschMarket foi amor à primeira vista. Imagine um mercado a céu aberto onde além de se provar cada coisa das barracas você ainda bebe vinho e ouve jazz. Vá não só para conhecer, mas também para um café da manhã delícia ou um almocinho gostoso. Morri de amores.
I) Os waffers da Mammer
Uma marca austríaca fofíssima que faz aqueles considerados os melhores waffers da Europa. Gostei do gosto não tão marcante de açúcar na receita, mas achei um pouco seco. Minha dica é o de limão. =)
2- Eu Magdas museus
Amo visitar museus, por isso, me encantei tanto por Viena. A cidade tem dois museus que para mim se tornaram grandes preferidos da minha listinha pelo mundo.
A) Albertina
Para quem curte arte moderna, para quem gosta de arte contemporânea. Para os mais descolados que pegam um cineminha com foco em arte. O Albertina que abriga não só modernidade, mas relíquias de seus reis. Um disparate de beleza em que convive o velho e o moço. Me apaixonei. Ele traz a história. ele faz a História.
B) Belvedere
Aqui, o Beijo do Klimt me fez chorar. Além de ser um lugar lindíssimo, ele abriga grandes obras da história da Arte. Não pode se fortografar por dentro, mas sua área externa é de encher os olhos.
C) Museu da paz
Não consegui entrar, mas fica minha dica de algo que achei genial.Como nunca pensamos nisso antes? Reunir todos aqueles que lutaram ou tornaram-se símbolos da paz. Lindo, importante e enriquecedor.
3- Eu magdas Schönbrunn
Eu acho palácio uma coisa muito chata, confesso. Quando visitei Versailles, me encantei foi com a área externa que tem tipo uma "fazendinha" com ovelhas e pastagens. Achei lindo. Por vezes, palácios beiram o excesso para mim. Mas qual foi minha surpresa em Viena? Me apaixonar pelo Schönbrunn. Por fora ele não diz o que realmente é. Ok, foi inspirado em Versailles, mas gente! É de uma elegância e sofisticação. Tem o "quarto Azul" que pra mim eu poderia morar fácil ali. Parada obrigatória não só para entender a linha do tempo histórica da coroa austríaca, mas para se encantar com tanta beleza.
4- Eu magdas Parques
A) Burggarten
Eu sou a "Maria PicNic". Adoro um parque, aquela delícia de ficar só contemplando, lendo um livro, relaxando, enfim. No Burggarten é assim. Cheguei na hora da happy hour, galera saindo do trabalho e se refestelando na grama. Não tive dúvidas. Tirei os sapatos e me joguei por lá também. =)
Aqui é o lugar em você encontra várias estátuas de compositores e escritores famosos. O parque é lindo.
B) Prates
A famosa roda gigante, um espaço imenso para se pedalar, correr e... Um parque de diversões tipo Hopi Hari. Achei bem legal, vira paraíso para a criançada.
5- Eu magdas arquitetura: Hundertwasser
Nas minhas pesquisas sobre Viena, encontrei esta que é conhecida como "A casa do Gaudí". Na realidade, a Hundertwasser é sim um prédio de moradia. Mas claro que esta arquitetura deslumbrante vira ponto turístico. No térreo, um espaço para exposições independentes e um café maneiríssimo. Se você curte arquitetura, tem que ir.
6- Eu Magdas igreja
Eu amo templos! Quem acompanha o Blog já cansou de ouvir isso. Esta é a igreja de São Estevão. Ela é tipo um marco zero na cidade. Tem uma estação de metrô em frente e fica na região em que é mega comercial. Lojas famosinhas você encontra por aqui.
Me apaixonei por esta igreja, porque ela tem sim algo mágico. Dependendo do lugar que você a observa, descobre um detalhe novo. Quem é que não chega ao céu com tanta belezura?
7- Eu magdas compras!
Você vai encontrar milhares de lojas famosas por aqui, mas eu tenho que dar destaque à Bipa. Ela é tipo um mega Ikesaki. A diferença é que você encontra aquelas marcas mega caras de cosméticos que amamos por um preço delicioso. Além disso, o atendimento é muito querido. A água da Europa detonou meu cabelo vermelhão e depois da minha tentativa frustrada de explicar para um homem na farmácia que queria algo pra salvar meu liso fogo perfeito, encontrei uma senhorinha chiquérrima que me levou até a loja e eu pirei!!!! Investimento perfeito. E tem várias unidades pela cidade.
8- Eu Magdas Greeter
Minha primeira passagem pela Europa teve a dica mágica da doroty Priscila sobre uma comunidade de pessoas que, voluntariamente, recebiam turistas para um passeio de 2 horas. Então eu experimentei pela primeira vez o que era ter um greeter, um anfittrião que, a partir de uma lista de coisas que eu gostaria de fazer em sua cidade me conduziria às novas descobertas. Viciei nisso e, inclusive, já fui greeter aqui em São Paulo. Nesta minha nova viagem européia, procurei alguns greeters e descobri que em Viena tinha esta comunidade há pouquíssimos meses. Me inscrevi e dois dias depois me avisaram que assim que possível entrariam em contato. E a Anni decidiu ser minha greeter. Conversamos sobre alguns lugares que eu gostaria de conhecer e ficamos muito amigas, tanto que nosso greeter durou dois dias. =)
Super indico a experiência. =)
9- Eu Magdas Hotel
Não tem como escrever, falar, mostrar isso sem me emocionar. Ir pra Viena tinha um único objetivo: Conhecer o Magdas Hotel. Por conta do meu trabalho com refugiados do mundo todo que chegam ao Brasil, meu coordenador me apresentou a proposta e eu pirei. Com a incrível ajuda da Anni, passei o dia com Sebastiaan, gerente do hotel, me mostrando como funciona.
Quase todo o quadro de funcionários do Magdas é de refugiados. Quando recebem o refúgio na Áustria, eles demoraram a refazer a vida, a ter trabalho. Tudo por conta da falta de formação, do domínio da língua, dos padrões austríacos que não preenchem. Pensando nisso, uma força tarefa da Cáritas com várias empresas criou o Hotel. Os refugiados chegam e aprendem alemão e tarefas básicas de um hotel.
Toda a decoração é pensada junto com eles. A foto abaixo é da entrada. Ao invés de imagens de paisagem, malas e as fotos dos refugiados que ali trabalham. Não consigo descrever a boniteza disso tudo. Sebastiaan me ensinou que "Magdas", em alemão, significa "Eu gosto". Eu amei a experiência.
10- Magdas
1 - Eu Magdas Comer em Viena!
Pra quem curte a gastronomia alemã, Viena é um prato cheio. Do salgado ao doce, diquinhas deliciosas para alimentar a alma na cidade:
A) Kleines Kaffee
Sim, de novo! Lá fui eu seguir os passos de Jesse e Céline. Aqui, em Before Sunrise, a cigana leu a sorte de Céline. e foi no Kleines que eu fiz minha primeira refeição em Viena e bebi minha primeira cerveja. Pratos rápidos, café, sobremesa. Ele fica na Praça de São Francisco que é muito charmosinha. =)
B) Wiener Schnitzel do Gasthaus zum Reinthaler
Bife à milanesa? Quase! Este é o prato mais típico da Áustria. Um bifinho de vitela empanado e depois frito na manteiga ou banha animal. E acompanhado de batatas. Perfeito, delicioso, sequinho. Morri de amores. E esta é a versão kids! Sim, eles são enormes. =)
C) Baladinha no Alt Wien Kaffee
Este é um dos barzinhos mais alternativos de Viena. Delicioso, repleto de posteres de bandas e festivais. Tinha até banda brasileira. Um chopp bem tirado, uma música boa, dias de poesia e sarais.Tem que ir porque é sensacional.
D) A salsicha com pão do Bitizinger
Um quiosquinho básico, mas que tem uma das melhores salsichas de Viena. Morri de amor, não só pelo preço delícia, mas também pelo sabor preciso. E acompanha pãozinho e cobertura de parmesão, se quiser. Bem fácil de achar. É o quiosque com um coelho enorme em cima. Ele fica em frente ao museu Albertina.
E) A Verdadeira torta Sacher do hotel... Sacher
Não é lá a melhor torta do mundo. Pra mim ela ainda tem a massa muito seca. Mas, receita é receita e tradição é tradição. De todas que provei, a original do Hotel Sacher é a melhor. Além do lugar ser lindo, ele também é beeeeem abarrotado de turistas. Mas vale esperar, viu? e quem vai à viena, conhece o Sacher. =)
F) Um café do Café Mozart.
Outro café divo! E assim, tem que tomar um cafézinho neste lugar lindo, se quiser, peça a torta sacher deles para experimentar também.
G) Um almocinho light com direito à apfelstrudel do TIAN Bistrô
Chega um momento em que o corpo pede uma leveza de alimentos. E eu tive a sorte de conhecer a cozinha leve do TIAN Bistrô, com inspiração vegana, ele serve pratos gostosos, pizzas de massa fininha e uma deliciosa apfelstrudel. Sabe aquele dia de detox com sabor gostoso? Minha dica é este lugar.
H) O maravilhoso Naschmarket
Eu amo Mercadão e feira de rua. Por isso, o NaschMarket foi amor à primeira vista. Imagine um mercado a céu aberto onde além de se provar cada coisa das barracas você ainda bebe vinho e ouve jazz. Vá não só para conhecer, mas também para um café da manhã delícia ou um almocinho gostoso. Morri de amores.
I) Os waffers da Mammer
Uma marca austríaca fofíssima que faz aqueles considerados os melhores waffers da Europa. Gostei do gosto não tão marcante de açúcar na receita, mas achei um pouco seco. Minha dica é o de limão. =)
2- Eu Magdas museus
Amo visitar museus, por isso, me encantei tanto por Viena. A cidade tem dois museus que para mim se tornaram grandes preferidos da minha listinha pelo mundo.
A) Albertina
Para quem curte arte moderna, para quem gosta de arte contemporânea. Para os mais descolados que pegam um cineminha com foco em arte. O Albertina que abriga não só modernidade, mas relíquias de seus reis. Um disparate de beleza em que convive o velho e o moço. Me apaixonei. Ele traz a história. ele faz a História.
B) Belvedere
Aqui, o Beijo do Klimt me fez chorar. Além de ser um lugar lindíssimo, ele abriga grandes obras da história da Arte. Não pode se fortografar por dentro, mas sua área externa é de encher os olhos.
C) Museu da paz
Não consegui entrar, mas fica minha dica de algo que achei genial.Como nunca pensamos nisso antes? Reunir todos aqueles que lutaram ou tornaram-se símbolos da paz. Lindo, importante e enriquecedor.
3- Eu magdas Schönbrunn
Eu acho palácio uma coisa muito chata, confesso. Quando visitei Versailles, me encantei foi com a área externa que tem tipo uma "fazendinha" com ovelhas e pastagens. Achei lindo. Por vezes, palácios beiram o excesso para mim. Mas qual foi minha surpresa em Viena? Me apaixonar pelo Schönbrunn. Por fora ele não diz o que realmente é. Ok, foi inspirado em Versailles, mas gente! É de uma elegância e sofisticação. Tem o "quarto Azul" que pra mim eu poderia morar fácil ali. Parada obrigatória não só para entender a linha do tempo histórica da coroa austríaca, mas para se encantar com tanta beleza.
4- Eu magdas Parques
A) Burggarten
Eu sou a "Maria PicNic". Adoro um parque, aquela delícia de ficar só contemplando, lendo um livro, relaxando, enfim. No Burggarten é assim. Cheguei na hora da happy hour, galera saindo do trabalho e se refestelando na grama. Não tive dúvidas. Tirei os sapatos e me joguei por lá também. =)
Aqui é o lugar em você encontra várias estátuas de compositores e escritores famosos. O parque é lindo.
B) Prates
A famosa roda gigante, um espaço imenso para se pedalar, correr e... Um parque de diversões tipo Hopi Hari. Achei bem legal, vira paraíso para a criançada.
5- Eu magdas arquitetura: Hundertwasser
Nas minhas pesquisas sobre Viena, encontrei esta que é conhecida como "A casa do Gaudí". Na realidade, a Hundertwasser é sim um prédio de moradia. Mas claro que esta arquitetura deslumbrante vira ponto turístico. No térreo, um espaço para exposições independentes e um café maneiríssimo. Se você curte arquitetura, tem que ir.
6- Eu Magdas igreja
Eu amo templos! Quem acompanha o Blog já cansou de ouvir isso. Esta é a igreja de São Estevão. Ela é tipo um marco zero na cidade. Tem uma estação de metrô em frente e fica na região em que é mega comercial. Lojas famosinhas você encontra por aqui.
Me apaixonei por esta igreja, porque ela tem sim algo mágico. Dependendo do lugar que você a observa, descobre um detalhe novo. Quem é que não chega ao céu com tanta belezura?
7- Eu magdas compras!
Você vai encontrar milhares de lojas famosas por aqui, mas eu tenho que dar destaque à Bipa. Ela é tipo um mega Ikesaki. A diferença é que você encontra aquelas marcas mega caras de cosméticos que amamos por um preço delicioso. Além disso, o atendimento é muito querido. A água da Europa detonou meu cabelo vermelhão e depois da minha tentativa frustrada de explicar para um homem na farmácia que queria algo pra salvar meu liso fogo perfeito, encontrei uma senhorinha chiquérrima que me levou até a loja e eu pirei!!!! Investimento perfeito. E tem várias unidades pela cidade.
8- Eu Magdas Greeter
Minha primeira passagem pela Europa teve a dica mágica da doroty Priscila sobre uma comunidade de pessoas que, voluntariamente, recebiam turistas para um passeio de 2 horas. Então eu experimentei pela primeira vez o que era ter um greeter, um anfittrião que, a partir de uma lista de coisas que eu gostaria de fazer em sua cidade me conduziria às novas descobertas. Viciei nisso e, inclusive, já fui greeter aqui em São Paulo. Nesta minha nova viagem européia, procurei alguns greeters e descobri que em Viena tinha esta comunidade há pouquíssimos meses. Me inscrevi e dois dias depois me avisaram que assim que possível entrariam em contato. E a Anni decidiu ser minha greeter. Conversamos sobre alguns lugares que eu gostaria de conhecer e ficamos muito amigas, tanto que nosso greeter durou dois dias. =)
Super indico a experiência. =)
9- Eu Magdas Hotel
Não tem como escrever, falar, mostrar isso sem me emocionar. Ir pra Viena tinha um único objetivo: Conhecer o Magdas Hotel. Por conta do meu trabalho com refugiados do mundo todo que chegam ao Brasil, meu coordenador me apresentou a proposta e eu pirei. Com a incrível ajuda da Anni, passei o dia com Sebastiaan, gerente do hotel, me mostrando como funciona.
Quase todo o quadro de funcionários do Magdas é de refugiados. Quando recebem o refúgio na Áustria, eles demoraram a refazer a vida, a ter trabalho. Tudo por conta da falta de formação, do domínio da língua, dos padrões austríacos que não preenchem. Pensando nisso, uma força tarefa da Cáritas com várias empresas criou o Hotel. Os refugiados chegam e aprendem alemão e tarefas básicas de um hotel.
Toda a decoração é pensada junto com eles. A foto abaixo é da entrada. Ao invés de imagens de paisagem, malas e as fotos dos refugiados que ali trabalham. Não consigo descrever a boniteza disso tudo. Sebastiaan me ensinou que "Magdas", em alemão, significa "Eu gosto". Eu amei a experiência.
10- Magdas
27 de abr. de 2015
#HistóriaComSabor: Esperança à moda síria
Quando eu pensei em criar o projeto "História com sabor" sabia em qual panela estava botando minha colher. Um sabor pode mudar vidas inspirando, trazendo lembranças boas ou saudades infinitas. Mesmo assim, alguns amigos toparam o desafio de prepararem receitas que marcaram suas vidas. Muitos com um brilho no olhar, outros apreensivos. Não é fácil recriar os gostos que a vida nos fez provar.
Para abrir as portas deste nosso bistot virtual, eu escolhi uma história que me enche de afeto e de esperança. Por isso, peço a todos que escolham suas mesas, já pensem no que preferem beber e bom apetite!
Talal Al-Tinawi e Ghazal Baranbo estavam atrás de um balcão vendendo seus pratos sírios quando os conheci. Naquele momento, eu decidi deixar meu crachá do Sesc na bolsa e ser apenas Nathalia. Era um evento organizado pela ADUS, um instituto que trabalha pela reintegração de refugiados no Brasil e, como estou me dedicando a esta missão, quis o universo que eles fossem os primeiros refugiados que eu conhecesse. E que sorte a minha.
O casal havia virado a noite preparando os quitutes, os sucos que fizeram questão que fossem naturais, os doces com sabor de casa. E lá fui eu, me deliciar com a minha escolha de um mix sírio. Como boa apreciadora do sabor mundial, posso lhe garantir uma coisa: aquele prato era especial. Você pode pensar que eu esteja exagerando, mas lhe digo que é perfeitamente possível sentir afeto em uma comida. E foi o que aconteceu.
Não sei a receita secreta e, pra falar a verdade desmistificando temperos, o segredo de algo que você prova e percebe que é especial não se compra. Este ingrediente secreto é oferecido. Deve ser por isso que na cultura síria comemos com as mãos, detalhe este que pra mim faz toda a diferença. Provei o kibe mais sequinho e harmonioso que a mim já foi oferecido. Naquele momento, realizei que ali, naquela explosão de sabor, tinha uma bonita história. E Talal me contou dias depois.
Eu fui até a casa da família que fica no Brás e recebida pela linda Yara, garota de 10 anos, filha do casal. No momento em que Talal nos deixou para fazer suas orações, a pequena síria quis me mostrar seu caderno. E num daqueles instantes em que a poesia bate à porta, ela disse que queria ler pra mim algo que tinha escrito em português. Quando começou com "O que é, o que é?", pensei que estivéssemos em um jogo, mas ilusão a minha. "Viver e não ter a vergonha de ser feliz!!!!!!", eu a interrompi. E expliquei que era uma música de Gonzaguinha . E a menina pediu para que eu cantasse. Enquanto o pai rezava, entoávamos um canto pela vida comendo chocolates.
Quando Talal voltou, nosso show tinha terminado e dele só haviam ficado sorrisos. E foi neste espírito que o segundo sabor marcante da nossa história chegou. Um café árabe preparado com tanto cuidado significava que eles já tinham aprendido como receber amigos aqui no Brasil. O meu, sem açúcar, veio para compor o cardápio que me aguardava. Quando pedi para que ele me contasse sua história, o sírio foi buscar um papel com ela descrita. Já tinha adiantado esta parte para todos os meios de comunicação e estudantes que o entrevistavam. Mas esta não era uma entrevista, era nossa conversa. Quis a vida que ele não encontrasse nenhuma cópia. E eu celebrei, pois contei que queria uma história orgânica, com temperos, café, gente. Queria palavras soletradas de verdade. E ele, generosamente, me entregou este sabor.
Talal voltava de uma viagem ao Líbano quando foi interceptado por oficiais na Síria. Perguntaram apenas o seu primeiro nome e esta foi a chave que o levou para prisão, pois o confundiram com um opositor homônimo de Bashar Al-Assad. Talal foi preso injustamente e não haviam meios de desfazer o mal entendido. Quinze dias na cadeia secular, aquela onde aprisionam praticantes de pequenos furtos, ladrões de pouca importância. Depois, ele seria levado para a "prisão especial". Na Síria, este tipo de cadeia é o fim de qualquer estrada.
Quando soube de seu destino, Talal chamou Ghazal para conversar. Ele pediu para que ela o esquecesse, pois quem ali entrava jamais voltaria. "Esquece Talal!", esta frase ainda ecoa na minha cabeça, assim como ficou marcado o gesto que ele fez quando me contou esta parte. Eu coloquei meu café sobre a mesa e, indignada, me ajeitei na cadeira e perguntei como ele pôde dizer isso a ela. Sorrindo, me disse "O que você gostaria que eu dissesse a ela, Nathalia?". Me senti envergonhada, o que sei eu sobre este tipo de partida além do estrago que ela deva fazer na gente?
O tempo passava e Talal contava seus segundos vitoriosos porque até ali havia vencido a morte. Quando as portas se abriam, ele se preparava para partir. Viu muita gente morrer enquanto não era escolhido por ela. Ainda não consigo, por mais que ele tivesse tentado me explicar, o que é viver esperando pela morte. Naquele momento, olhei pra ele e perguntei sobre sua fé. E a cereja deste bolo oriental se fez presente: "Eu não estaria aqui sem ela."
O "Aqui" de Talal é o Brasil. Em sua visão, se Deus permitiu esta jornada de confusões foi para torná-lo melhor. Três meses se passaram, Dezessete horas olhando para uma parede numa solitária, amigos sendo mortos, mas ele não deixava de estar pronto para o seu destino, seja ele qual fosse. E foi então que a porta que se abriu não foi a da morte, mas a da liberdade. Ele voltou e isso é um milagre. Naquele momento, começou a se organizar e pedir refúgio no Brasil, depois de alguns meses passados no Líbano. Teve de deixar sua terra, as memórias de guerra, a prisão, só não deixou lá sua esperança. Esta ele fez questão de trazer no coração. O engenheiro mecânico hoje ajuda Ghazal a preparar o gosto da Esperança Síria sob encomenda, enquanto aguarda sua licença para trabalhar em sua área no nosso país.
Enquanto isso, compartilho com vocês a infinidade de quitutes e uma receita que vai além de ingredientes culinários. Se você quiser provar o sabor desta história, este é o caminho:
Talal Comida síria
Aos meus amigos Talal e Ghazal que me acolheram com tanto afeto e me acarinharam em sabores.
E em especial à minha pequena Yara, a melhor companhia para se cantar Gonzaguinha comendo chocolates.
Para abrir as portas deste nosso bistot virtual, eu escolhi uma história que me enche de afeto e de esperança. Por isso, peço a todos que escolham suas mesas, já pensem no que preferem beber e bom apetite!
Talal Al-Tinawi e Ghazal Baranbo estavam atrás de um balcão vendendo seus pratos sírios quando os conheci. Naquele momento, eu decidi deixar meu crachá do Sesc na bolsa e ser apenas Nathalia. Era um evento organizado pela ADUS, um instituto que trabalha pela reintegração de refugiados no Brasil e, como estou me dedicando a esta missão, quis o universo que eles fossem os primeiros refugiados que eu conhecesse. E que sorte a minha.
O casal havia virado a noite preparando os quitutes, os sucos que fizeram questão que fossem naturais, os doces com sabor de casa. E lá fui eu, me deliciar com a minha escolha de um mix sírio. Como boa apreciadora do sabor mundial, posso lhe garantir uma coisa: aquele prato era especial. Você pode pensar que eu esteja exagerando, mas lhe digo que é perfeitamente possível sentir afeto em uma comida. E foi o que aconteceu.
Não sei a receita secreta e, pra falar a verdade desmistificando temperos, o segredo de algo que você prova e percebe que é especial não se compra. Este ingrediente secreto é oferecido. Deve ser por isso que na cultura síria comemos com as mãos, detalhe este que pra mim faz toda a diferença. Provei o kibe mais sequinho e harmonioso que a mim já foi oferecido. Naquele momento, realizei que ali, naquela explosão de sabor, tinha uma bonita história. E Talal me contou dias depois.
Eu fui até a casa da família que fica no Brás e recebida pela linda Yara, garota de 10 anos, filha do casal. No momento em que Talal nos deixou para fazer suas orações, a pequena síria quis me mostrar seu caderno. E num daqueles instantes em que a poesia bate à porta, ela disse que queria ler pra mim algo que tinha escrito em português. Quando começou com "O que é, o que é?", pensei que estivéssemos em um jogo, mas ilusão a minha. "Viver e não ter a vergonha de ser feliz!!!!!!", eu a interrompi. E expliquei que era uma música de Gonzaguinha . E a menina pediu para que eu cantasse. Enquanto o pai rezava, entoávamos um canto pela vida comendo chocolates.
Quando Talal voltou, nosso show tinha terminado e dele só haviam ficado sorrisos. E foi neste espírito que o segundo sabor marcante da nossa história chegou. Um café árabe preparado com tanto cuidado significava que eles já tinham aprendido como receber amigos aqui no Brasil. O meu, sem açúcar, veio para compor o cardápio que me aguardava. Quando pedi para que ele me contasse sua história, o sírio foi buscar um papel com ela descrita. Já tinha adiantado esta parte para todos os meios de comunicação e estudantes que o entrevistavam. Mas esta não era uma entrevista, era nossa conversa. Quis a vida que ele não encontrasse nenhuma cópia. E eu celebrei, pois contei que queria uma história orgânica, com temperos, café, gente. Queria palavras soletradas de verdade. E ele, generosamente, me entregou este sabor.
Talal voltava de uma viagem ao Líbano quando foi interceptado por oficiais na Síria. Perguntaram apenas o seu primeiro nome e esta foi a chave que o levou para prisão, pois o confundiram com um opositor homônimo de Bashar Al-Assad. Talal foi preso injustamente e não haviam meios de desfazer o mal entendido. Quinze dias na cadeia secular, aquela onde aprisionam praticantes de pequenos furtos, ladrões de pouca importância. Depois, ele seria levado para a "prisão especial". Na Síria, este tipo de cadeia é o fim de qualquer estrada.
Quando soube de seu destino, Talal chamou Ghazal para conversar. Ele pediu para que ela o esquecesse, pois quem ali entrava jamais voltaria. "Esquece Talal!", esta frase ainda ecoa na minha cabeça, assim como ficou marcado o gesto que ele fez quando me contou esta parte. Eu coloquei meu café sobre a mesa e, indignada, me ajeitei na cadeira e perguntei como ele pôde dizer isso a ela. Sorrindo, me disse "O que você gostaria que eu dissesse a ela, Nathalia?". Me senti envergonhada, o que sei eu sobre este tipo de partida além do estrago que ela deva fazer na gente?
O tempo passava e Talal contava seus segundos vitoriosos porque até ali havia vencido a morte. Quando as portas se abriam, ele se preparava para partir. Viu muita gente morrer enquanto não era escolhido por ela. Ainda não consigo, por mais que ele tivesse tentado me explicar, o que é viver esperando pela morte. Naquele momento, olhei pra ele e perguntei sobre sua fé. E a cereja deste bolo oriental se fez presente: "Eu não estaria aqui sem ela."
O "Aqui" de Talal é o Brasil. Em sua visão, se Deus permitiu esta jornada de confusões foi para torná-lo melhor. Três meses se passaram, Dezessete horas olhando para uma parede numa solitária, amigos sendo mortos, mas ele não deixava de estar pronto para o seu destino, seja ele qual fosse. E foi então que a porta que se abriu não foi a da morte, mas a da liberdade. Ele voltou e isso é um milagre. Naquele momento, começou a se organizar e pedir refúgio no Brasil, depois de alguns meses passados no Líbano. Teve de deixar sua terra, as memórias de guerra, a prisão, só não deixou lá sua esperança. Esta ele fez questão de trazer no coração. O engenheiro mecânico hoje ajuda Ghazal a preparar o gosto da Esperança Síria sob encomenda, enquanto aguarda sua licença para trabalhar em sua área no nosso país.
Enquanto isso, compartilho com vocês a infinidade de quitutes e uma receita que vai além de ingredientes culinários. Se você quiser provar o sabor desta história, este é o caminho:
Talal Comida síria
Aos meus amigos Talal e Ghazal que me acolheram com tanto afeto e me acarinharam em sabores.
E em especial à minha pequena Yara, a melhor companhia para se cantar Gonzaguinha comendo chocolates.
20 de out. de 2014
Liberdade: Um bairro em 5 sabores
(Trailer do Filme "Ramen Girl")
Você conhece os sabores do bairro da Liberdade? Muita gente tem mania de separar um momento de lazer para passear por lá. De quebra, os comes ficam por conta da Feirinha que acontece aos finais de semana. Eu era uma destas pessoas até que a China meio que me mudou. Todas as vezes que buscava um restô oriental, nunca ia para o bairro. Hoje é diferente. A cada passeio pela cidade de olhos puxados, me encanto com um sabor diferente.
O Bairro da Liberdade pode parecer apenas um local turístico, mas poucos tem a ideia de que ele é realmente a casa de muitos imigrantes e descendentes de orientais. Na viagem de ida à Beijing, conheci uma família linda que morava na Liberdade, os filhos estudavam por lá e ali se tornou um pedacinho da China para eles. Eu mesma ganho a simpatia de muitos moradores de lá quando, por exemplo, percebo que são chineses. Então, coloco meu pouco mandarim em prática e começamos a conversar com sorrisos e depois com saudades da nossa China.
Dito isso, vou compartilhar com vocês alguns dos cantinhos que mais alegram meu coração e me restauram em sabor:
1- Pastelaria Yoka
Por anos, esta pequena pastelaria foi considerada a melhor de São Paulo. Hoje ela continua figurando na lista de melhores da cidade. Na minha modesta opinião de escrevedora de gostos lhe asseguro que para mim é a melhor. Massa sequíssima, recheio bem servido e preço justo por um pastel delicioso. Ficou com vontade de um pastel de japa de verdade? Corra pra lá!
R. dos Estudantes, 37
2- Bakery Itiriki
Conheci esta padoca oriental através de um outro blog que dava dicas para pessoas que estavam morando em SP há pouco tempo. Com um sistema correto de self-service, você tem uma infinidade de opções de pães, bolos e doces. O mais famoso é o bolo de chá verde. As iguarias, além de bem executadas são bem servidas e o preço excelente. Em poucos lugares de São Paulo comemos doces tão bem-feitos por um preço como o deles. Além destas opções, há também bebidas frias e quentes, além de café selecionado. Eu sempre vou almoçar em algum lugar e deixo a parte de docinhos pra me regalar na Itiriki. =)
Rua dos Estudantes, 24
(crédito: Veja SP)
3- Yamaga
Para mim, uma grande surpresa. No dia em que almocei por lá, eu tinha ido com a intenção de conhecer o Lamen Kazu que naquela data estava fechado. Mas, nada é por acaso, né? O Yamaga é um daqueles restôs de família, no qual você entra e todos te cumprimentam em japonês, em que você é recebido e servido com sorrisos. Na ocasião, provei o Yakissoba tradicional que é muito bem servido. O custo é razoável, mas vale a pena o investimento.
R. Tomás Gonzaga, 66
(crédito: tripadvisor)
4 - Chi Fu
Sabe aquele restaurante em frente à Ikesaki principal? Então! Chi Fu para mim é o melhor chinês que já estive. Me lembrou demais aqueles enormes salões chineses em que, na hora de fechar, ao invés de convidarem os clientes a se retirarem, eles apagam as luzes. Sim, é verdade. Eles fazem isso na China.
A simpatia não é o forte do lugar. A maioria das atendentes são chinesas e não fazem muita questão de tentar se comunicar em português. O cardápio é variado e muito bem executado, os pratos servem até três pessoas e o preço é tão delicioso quanto todo o resto. Na ocasião pedi um mix de frutos do mar e macarrão frito que estavam maravilhosos, muito bem temperados também. Agora, detalhe importante: ELES NÃO ACEITAM CARTÕES. Preparem as cédulas!
Praça Carlos Gomes, 200
( crédito: Marcelo Katsuki)
5- Lamen Kazu
Dizem que sempre deixamos o melhor para o final, né? Neste caso, é verdade! O Lamen Kazu é um noodle bar que sempre quis conhecer. E que grata surpresa a minha de saborear o melhor Lamen da minha vida. Por isso também escolhi o filme do início do post. Para se fazer um Lamen de verdade, é preciso alma e este sabor é possível provar no Kazu, com seu chef importado do Japão. Eu provei o tradicional e me apaixonei.Quanto ao preço, ele é justo pelo sabor precioso. Quero voltar em breve.
Rua Tomás Gonzaga, 51
(Crédito: GQ)
E este foi nosso pequeno tour pelo bairro. Ficam as dicas de restôs e de um filme bem bonitinho. E vocês, se quiserem, deixem nos comentários dicas de outros lugares para que eu possa experimentar novos sabores. =)
23 de jul. de 2014
Paris 5 dicas: comidinhas
Tem sempre alguém me pedidndo dica de restaurante em Paris. Como ja tinha dado 5 dicas de comidinhas em NY acho que esta na hora de fazer a versão parisiense dessa lista.
Paris é uma cidade com muitos restaurantes bons. Uns caros, outros baratos. Uns bem chiques, outros com comida de rua. Ou seja, tem pra todo mundo. A verdade é que comemos muito bem na capital francesa e sempre fico de coração partido quando um amigo me diz que foi pra Paris e comeu no Mc Donald's.
Está sem grana e com pressa ? Entre em qualquer padaria e coma um sanduíche de baguette, não existe almoçinho mais parisiense do que esse! Quer comer como um rei ? Vá em um resurante estrelado, muitos chefs famosos estão na cidade. Dá pra achar restaurante para todos os gostos, cores e sabores!
23 de mai. de 2014
Comprovamos: O RJ continua lindo e muito saboroso
Minha paixão por viajar é fruto da minha infância. Férias era sinônimo de algum destino + Rio de Janeiro, devido à partida de meus primos para a cidade. Matávamos as saudades assim: No mar, nos momentos juntos, nas empadinhas de praia. Quando cresci, fiz mais amigos cariocas. Depois disso, a cidade ganhou sabor de chopp, focaccia, saudades e ...Afilhado!
E foi numa destas andanças que voltei ao Rio. Eu tenho um encanto particular por nossa história. Que me desculpem todos os mares: Para mim, nada se compara à uma prainha desta cidade literalmente maravilhosa. O Roteiro desta vez incluía matar as saudades, apertar afilhado e fazer um Walking Tour pelo Centro Velho. Em termos de Gastronomia, nada planejado. Sério, nunca tinha feito isso. Deixei a vida me levar!
Pelo motivo confessado acima, este post tem como objetivo trazer alguns achados gastronômicos da cidade. Felizmente, concluído com muito prazer e ótimas escolhas. Bem-vindos ao meu Rio de Janeiro!
1- Apetite Café
Um lugar super charmosinho. Me lembra as boulangeries francesas. Serve um café da manhã delicioso, no qual você pode optar por combos de acordo com seu desejo matinal. Pães, bolos, sucos, cafés, uma delícia. Pelo que percebi, o pãozinho sagrado da manhã no bairro se busca ali. Adorei também a variedade de queijos e embutidos vendidos. E não deixem de pedir o Croissant de Nutella! Ele é um sonho!!!!!
2- Lampadosa
Um achado após o Free Walking Tour. Quando nos foi oferecida uma feijuca brasileira, pensamos "Pronto, preparando o rim em 3, 2, 1...", mas não. Sofro muito no meus país com esta minha cara de gringa, mas desta vez o preço foi justo e nada salgado. Esta feijoada linda por R$ 28, com direito à repetição, caipirinha e água.
Amei o lugar, pois é extremamente acolhedor. A chef Simone faz questão de estar no salão, de servir, dar dicas sobre a cidade. A feijoada estava maravilhosa, bem servida e inxeplicavelmente leve. O atendimento é muuuuito bom. Recomendo muito para quem estiver afim de comer bem na cidade. Ah, e fica do ladinho do CCBB RJ. =)
3- Confeitaria Colombo
Parada obrigatória! Além da arquitetura incrível, possui uma história muito querida. Esta é a unidade do Centro. Aqui, os grandes da Semana de 1922 se reuniam. Pode não amar? Para quem quiser conhecer o outro endereço, basta visitar o Forte de Copacabana.
Na foto, um brownie arrebatador por R$19.90
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